sexta-feira, 19 de abril de 2013

Seção 17.5

América Latina representada
em cor verde.

Figura 1: O predomínio político do norte o permitiu definir a política dos EUA. O esforço pra incrementar a indústria começou a fazer parte das ações do governo, a produção começou a crescer e com ela a necessidade de obter novos mercados consumidores, expandindo o comércio para a América latina.










Figura 2: Em 1823, o presidente James Monroe destacou a proximidade dos EUA com a América latina. A declaração ficou conhecida como doutrina Monroe. Seu discurso tinha o objetivo de amenizar o avanço europeu na América Latina.

James Monroe (1758 - 1831).


Representação do comércio entre
a Europa e a América Latina.
Figura 3: Depois da guerra civil, a indústria americana cresceu. Os países da América Latina não fabricavam muitos produtos industrializados, por isso importavam da Europa. Isso significava que os latino-americanos eram um grande mercado consumidor, o qual os Estados Unidos queriam conquistar. Isso ficou claro quando os Estados Unidos convocaram uma conferência para estabelecer um aproximação comercial, tendo resultados inexpressivos.



Charge representando a "Emenda Platt".
Figura 4: O próximo passo foi em direção a Cuba (colônia espanhola). Os Estados Unidos insistiriam tanto para Cuba se tornar independente até conseguirem. Após a independência, foi formalizada a hegemonia americana sobre Cuba ao autorizar os EUA a atuar militarmente na ilha, a “Emenda Platt”.







Política do "Big Stick"
(grande bastão, em português).
Figura 5: No governo de Roosevelt, os Estados Unidos apoiou a Colômbia e a criação do canal do Panamá, que ligava o Oceano Pacífico ao Atlântico. Com a conclusão das obras, os EUA passaram a controlar a circulação marítima e comercial do canal. A postura de Roosevelt foi que sempre que algum país vizinho violasse os direitos dos EUA ou quando seus governantes não cumprissem as propostas norte-americanas, eles interviriam militarmente (“Big Stick”).

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